Recentemente, a Veja publicou essa notícia:



O conceito foi criado por Pauline Rose Clance e Suzanne Imes, duas psicólogas norte-americanas, em 1978. A ideia é que, apesar de acumular conquistas acadêmicas e profissionais, as mulheres continuam a acreditar que na verdade não são tão brilhantes e que foi tudo "armado" para enganar os que pensam o contrário.

A psicóloga Cristina Callao explica que 
“quando não sabemos lidar com esses problemas de autopercepção, autorrealização e perfeccionismo, geralmente por desconhecimento do que nos ocorre, nosso cérebro tende a manifestar essa angústia em algo palpável. Por isso, é possível que as pessoas que sofrem dessa síndrome tenham problemas gastrointestinais, enxaquecas, tensão ou dor muscular, insônia, apatia, condutas de desordem nos hábitos alimentares, etc”.


Michelle Obama traz a lição definitiva:
“Encare os pensamentos negativos, sem deixar que eles a impeçam de ocupar espaços e fazer seu trabalho. A única maneira de crescer e superar os medos é aprender a confiar que sua voz e suas ideias têm valor”.

 

Essa síndrome faz com que seja praticamente impossível aceitar elogios, já que para a pessoa, nada que ela fez foi bom o suficiente ou merecedor de tais glorificações. As pessoas que sofrem dessa síndrome tendem a citar a sorte como o motivo de seu sucesso, sempre colocando outras pessoas como muito mais importantes do que ela mesma.

Para tratamento dessa síndrome é extremamente aconselhável um acompanhamento psicológico, se cercar de pessoas positivas e que te apoiem, entender as suas metas e os seus desejos e reconhecer as todas as suas conquistas!

Você é boa o bastante. ❤

 referência: https://veja.abril.com.br/brasil/imagem-distorcida-mulheres-sao-maiores-vitimas-da-sindrome-do-impostor/